04/07/2009 às 00:00:00 - Atualizado em 03/07/2009 às 23:54:58
Timãozinho
Nasce em Curitiba o Corinthians Paranaense. Vem ao mundo do futebol amparado na honesta estrutura do antigo J. Malucelli, que pelo que sei, não deve nada a ninguém. O Timãozinho já vem com jogo de camisa alvinegro, estampado com um importante patrocínio. Começa a disputar a Série D e deve receber alguns atletas não aproveitados pelo parceiro paulista. Também devem vir jogadores que “estouram” a idade de juniores por lá e buscam um lugar ao sol.
Se vai ganhar muitos adeptos? Não sei. Títulos? Também não. Talvez, a simpatia dos fiéis torcedores tragam público aos seus jogos. Essa é a esperança. O clube ganha exposição na mídia, com isso mais patrocinadores. É o ciclo do futebol moderno. Juarez e sua turma já vão estudando mandos no norte do Estado. Lá, a penetração dos times daqui é mínima. O Corinthians Paulista detém a maioria da torcida. O daqui quer pegar carona nessa audiência. Depois das notícias das dificuldades pelas quais passam os times do interior, será que alguém ainda acredita que o antigo Jotinha está errado?
Apaga a luz
A Federação Paranaense de Futebol cancelou a Copa Paraná. A maioria dos clubes desistiu da competição por não aguentar mais prejuízos. Um tal de AFA/Foz “alugou” a vaga para um time de Umuarama disputar a Divisão de Acesso paranaense em 2009. Por problemas financeiros, esse verdadeiro “Bebê de Rosemary” ameaça abandonar o torneio, por falta de apoio. Pode ter certeza de que os aventureiros já vão tarde. Pobre futebol paranaense. É melhor ter 10 times médios do que 30 capengas. Antes que o último apague a luz, a FPF precisa, urgentemente, rever seus conceitos, suas fórmulas, seu planejamento.
Incógnita
O Grêmio se irmanou ao Internacional e caiu fora de qualquer outra disputa. Agora, o pensamento é só Brasileirão. No jogo contra o Cruzeiro, não mereceu a classificação. Já tinha perdido a vaga em Belo Horizonte. É com esse cenário que o Atlético enfrenta o Tricolor, no Olímpico. Ninguém sabe que Grêmio entrará em campo: um time cabisbaixo, e sem vontade de olhar para o alto, ou o “imortal”, focado na recuperação. Uma incógnita.
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