• 16/05/2012 às 00:00:00 - Atualizado em 16/05/2012 às 01:46:22
    AnibalKhoury.Ceu@Petraglia. Baixada.com Senhor Presidente:Como ex-presidente, pai, avó e bisavô de atleticanos, preciso lhe falar. Em 1995, o Atlético estava quebrado, a torcida precisando de um salvador, e o senhor era diferente para o futebol. Tinha uma das chaves do cofre e o poder político. As coisas mudaram. A imprensa investiga para denunciar. Aparelhada, agora não teme processos. O senhor entrou na clausura, parece ter medo. Um dia desses, o CR Almeida, que por aqui fez amizade com os Kennedy, me apresentou o Bob, que sempre achei mais inteligente que o irmão. Dele ouvi o seguinte: “Não se pode mais viver com a supressão da individualidade, com o sentimento de que ninguém está ouvindo, que ninguém sabe de nada, e que ninguém vai saber de nada.” Mas não é com o senhor que ...
  • 15/05/2012 às 00:23:42 - Atualizado em 15/05/2012 às 00:24:19
    Infância de derrota  Virou um clássico da política atleticana, um dos motivos que Mário Celso Petrglia indicou para voltar à presidência do Atlético. Disse ele: “Estou cansado de ser perguntado pelos meus netinhos quando é que voltaremos a ganhar do Coritiba.” Se foi tratado com um fundo de ironia, agora passou a carregar um fato sério, que está se tornando grave: não só os netos de Petraglia, mas todos os netos de atleticanos estão crescendo com a mágoa da derrota, a infância marcada pelo fracasso. Cinco meses depois de Petraglia ter assumido a sua presidência, e quatro Atletibas jogados, e um título estadual decidido, o Atlético é o resumo do engano. A sua torcida está ausente dos estádios e deixa de renovar o título de sócio, porque está triste. Não é apenas a ...
  • 14/05/2012 às 00:00:00 - Atualizado em 13/05/2012 às 20:40:51
    Fato relevante O futebol vive de verdades e mentiras. Mas também vive de ironias. E é a ironia a única explicação fora de entrelinhas para o tricampeonato ganho nos pênaltis pelo Coritiba. Com um time tão fraco como o do Atlético, os Coxas não sabiam que tinham uma única arma para ganhar: Guerrón, único atacante do Furacão.A sua personalidade inibida por expulsões pretéritas no clássico, a suspensão do primeiro jogo e a pressão para decidir para o Atlético foram um peso extravagante para Guerrón carregar. Por isso, entrou descaracterizado para a final. Entre todas as virtudes que se exige em uma decisão por pênaltis, a mais importante é a psicológica. É a única que resta, quando todas as outras estão exauridas. É com o equilíbrio emocional que pode se alcançar a superação ...

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